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Mário Silva - O outro lado ... de Águas Frias

Outras "visões" sobre a aldeia de Águas Frias - Chaves - PORTUGAL

Outras "visões" sobre a aldeia de Águas Frias - Chaves - PORTUGAL

Mário Silva - O outro lado ... de Águas Frias

Agosto 2021

22
Jul20

Cotovia-arbórea

Mário Silva

 

Cotovia-arbórea
Lullula arbórea

.

COTOVIA

.

— Alá, cotovia!
Aonde voaste,
Por onde andaste,
Que saudades me deixaste?
.
— Andei onde deu o vento.
Onde foi meu pensamento
Em sítios, que nunca viste,
De um país que não existe . . .
Voltei, te trouxe a alegria.
.
— Muito contas, cotovia!
E que outras terras distantes
Visitaste? Dize ao triste.
.
— Alentejo ardente, Bragança e Miranda frias,

Mirandela, Chaves e Águas Frias . . .
.
— E esqueceste de Monforte,
Distraída?
.
— Voei à Sobreira, Assureiras
Pousei em Casas e Avelelas.

DSC03386_ms_Cotovia-arbórea.
— Aurora da minha vida
Que os anos não trazem mais!
.
— Os anos não, nem os dias,
Que isso cabe às cotovias.
Meu bico é bem pequenino
Para o bem que é deste mundo:
Se enche com uma gota de água.
Mas sei torcer o destino,
Sei no espaço de um segundo
Limpar o pesar mais fundo.
Voei ao Recife, e dos longes
Das distâncias, aonde alcança
Só a asa da cotovia,
— Do mais remoto e perempto
Dos teus dias de criança
Te trouxe a extinta esperança,
Trouxe a perdida alegria.

.

(adaptado por Mário Silva)

.

Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho

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                                                                                      🐤

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Ver também:

https://www.facebook.com/mario.silva.3363

https://mariosilva2020.blogs.sapo.pt/

http://aguasfrias.blogs.sapo.pt

https://aguasfriaschaves.blogs.sapo.pt/

www.flickr.com/photos/7791788@N04

https://www.youtube.com/channel/UCH8jIgb8fOf9NRcqsTc3sBA?view_as=subscriber                               

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                                                              🐤               🐤              🐤

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Logo Mário Silva 2

 

 

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07
Jun20

PISCO DE PEITO RUIVO - (Erithacus rubecula)

Mário Silva

 

PISCO DE PEITO RUIVO
(Erithacus rubecula)
 
 
O pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula) ou simplesmente pisco, também chamado regionalmente, papo-ruivo ou papo-roxo, é uma pequena ave que se reconhece facilmente pela mancha alaranjada que lhe ornamenta o peito.
 
É uma ave de canto melodioso e persistente.
 
A imagem pode conter: céu, ave, planta e ar livre
 
É uma ave pequena, com cerca de 14 cm. Os adultos apresentam o peito e a testa de cor laranja ferrugínea muito característica.
 
Os juvenis são castanhos com pintas abundantes castanho amarelado e mudam para a plumagem de adulto ao fim de um ano.
 
🐦
 
 
🐦          🐦          🐦
 
 
 
 
 
26
Mai20

O peneireiro - "Falco naumanni"

Mário Silva

 

O peneireiro

"Falco naumanni"

É uma pequena ave de rapina , com 27 a 33 cm de comprimento e envergadura de 63 a 72 cm.

Compartilha uma parte traseira marrom e partes inferiores cinzentas barradas com as espécies maiores. O macho tem uma cabeça e cauda cinzentas como os falcões comuns do sexo masculino, mas não possui manchas escuras nas costas, a faixa malar preta e manchas nas asas.

DSC01676_InPixio_ms_InPixio_Peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)

As fêmeas e os pássaros jovens são um pouco mais pálidos que seus parentes, mas são tão semelhantes que a chamada e a estrutura são melhores guias do que a plumagem. A chamada é um diagnóstico difícil, chay-chay-chay , ao contrário do goleiro do goleiro comum . Nenhum dos sexos tem garras escuras, como é habitual nos falcões; os desta espécie têm uma cor peculiar de chifre esbranquiçado. Isso, no entanto, só é notável quando os pássaros são vistos de muito perto, por exemplo, em cativeiro.

 

Ver também:

 
 
 
 

 

12
Mai20

Abelharuco “Merops apiaster”

Mário Silva

 

Abelharuco

“Merops apiaster”

 

Identificação

Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente

colorida. Os aspetos mais característicos são a garganta amarela,

o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A

cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se

das restantes.

 

DSC01166_InPixio_ms-CutOut

 

 

Abundância e calendário

O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de

Abril (por vezes em finais de março) e está presente até ao mês de

Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo,

enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui

sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência

mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).

 

 

 

 

 

02
Mai20

Pica-pau malhado grande - "Dendrocopos major"

Mário Silva

 

 

Pica-pau malhado grande

"Dendrocopos major"

O chamamento áspero ou o tamborilar do Pica-pau-malhado-grande (Dendrocopos major) são geralmente os primeiros sinais da sua presença. É o pica-pau mais comum em Portugal e pode ser observado em variados tipos de florestas e até mesmo em parques urbanos e jardins.

Pica-pau malhado grande - "Dendrocopos major"

Taxonomia
Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Aves

Ordem: Piciformes

Família: Picidae

GéneroDendrocopos

EspécieDendrocopos major

 
Distribuição e Ecologia

Estatuto de conservação em Portugal: “Pouco preocupante” (LC). Mundialmente está classificado com o mesmo estatuto, uma vez que esta espécie tem uma distribuição extremamente ampla e o tamanho da sua população mundial é bastante grande.

O pica-pau-malhado-grande é uma ave típica de habitats florestais e em Portugal ocorre em quase todos os tipos de florestas, embora seja menos abundante em eucaliptais, acaciais e em povoamento jovens de coníferas. Prefere zonas densamente arborizadas, mas pode ocorrer em matagais com árvores dispersas. Ocorre principalmente em, montados, pinhais adultos (de pinheiro-bravo (Pinus pinaster) e de pinheiro-de-casquinha (Pinus sylvestris)) carvalhais e certas matas ripícolas. De uma forma geral parece ser mais numeroso em matas de folhosas do que em pinhais.
É uma espécie residente e sedentária na Península Ibérica, no entanto, pode realizar pequenos movimentos erráticos.

Alimentação: a sua dieta baseia-se quase exclusivamente em insetos, mas também alimenta-se de sementes (ex. pinhões) principalmente durante o inverno. Ocasionalmente preda ovos e crias de outras aves.

Morfologia Externa e Identificação

Comprimento: entre 23-26 – 26 cm.

Envergadura: entre 38 – 44 cm.

O pica-pau-malhado-grande é facilmente identificado por apresentar a zona da cloaca e do ventre vermelho intenso, nitidamente demarcado do abdómen esbranquiçado. As “costas” são pretas contrastando com uma mancha oval branca em cada um dos ombros. O mesmo acontece nas asas que também são pretas com barras brancas. Na cabeça nota-se uma máscara branca, um “bigode” preto e uma coroa preta nos adultos e vermelha nos juvenis.

Os machos na parte posterior da coroa apresentam uma mancha vermelha, enquanto que as fêmeas apenas apresentam a coroa preta sem vermelho.

À semelhança dos restantes pica-paus o voo é distintamente ondulado. Está sempre alerta e é uma ave cautelosa, fugindo à mínima perturbação.

Apesar de ser uma ave discreta é detetado com relativa facilidade graças às suas vocalizações que se fazem ouvir durante todo o ano.

Reprodução
Este pica-pau normalmente nidifica em árvores, mas ocasionalmente pode faze-lo em postes telefónicos. As primeiras paradas nupciais têm lugar a partir do final de janeiro e cria apenas uma ninhada por ano. As posturas são compostas por 4 a 6 ovos, os quais são incubados durante 11 a 12 dias. As crias tornam-se voadoras entre os 18 e os 20 dias de idade.

https://portugaselvagem.wordpress.com/2015/01/15/pica-pau-malhado-grande-dendrocopos-major/

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