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Mário Silva - O outro lado ... de Águas Frias

Outras "visões" sobre a aldeia de Águas Frias - Chaves - PORTUGAL

Outras "visões" sobre a aldeia de Águas Frias - Chaves - PORTUGAL

Mário Silva - O outro lado ... de Águas Frias

25
Dez20

FELIZ NATAL - Águas Frias (Chaves) - Portugal

Mário Silva
24
Dez20

Véspera de Natal - FELIZ e SANTO NATAL - Águas Frias (Chaves) - Portugal

Mário Silva

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Véspera de Natal

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Desejo a todos(as)

um

FELIZ  E  SANTO

NATAL

 

 

DSC09977a_ms_véspera Natal

Véspera de Natal refere-se à noite ou todo dia que precede o dia de Natal e é amplamente vista como a antecipação ao dia de Natal, dia em que se comemora o nascimento de Jesus de Nazaré. Juntos, os dois dias são considerados uma das celebrações culturalmente mais significativas da cristandade e do mundo ocidental.

As celebrações de Natal nas denominações do cristianismo ocidental há muito tempo começam na noite do dia 24 de Dezembro, devido em parte ao dia litúrgico cristão começar ao pôr do sol, uma prática herdada da tradição judaica e baseada na história da Criação no Livro de Gênesis: "e houve tarde, e houve manhã - o primeiro dia." Muitas igrejas ainda soam os sinos e realizam orações à noite. Como a tradição diz que Jesus nasceu durante a noite (com base em Lucas 2: 6-8), uma missa é celebrada na véspera de Natal, tradicionalmente, à meia-noite, na comemoração do seu nascimento. A ideia de que Jesus nasceu durante a noite se reflete no fato de que a véspera de Natal é referida como "Noite Feliz".

Muitas outras variáveis de ​​tradições e experiências culturais também estão associadas à véspera do Natal em todo o mundo, incluindo a reunião de familiares e amigos, o canto de canções de Natal, a iluminação com luzes de Natal, árvores e outras decorações, o envolvimento, a troca e a abertura de presentes e a preparação geral para o dia de Natal. Figuras lendárias do Natal, como o Pai Natal, fazem sua viagem anual para entregar presentes às crianças de todo o mundo na véspera de Natal, embora até o século XVI na Europa, era dito que tais figuras entregavam os presentes na véspera do dia da festa de São Nicolau (6 de dezembro).

A Igreja Católica adota as antigas tradições de considerar a véspera de uma festa como o momento mais importante da celebração. Isso porque, nas antigas tradições, o novo dia começava com o por do sol, ou seja, a noite da véspera já era o dia da festa. Por isso a Vigília do Natal tem a missa mais solene deste período.

 

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17
Dez20

A porta entreaberta da entrada do Castelo de Monforte de Rio Livre - Águas Frias (Chaves) – Portugal

Mário Silva

 

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A porta entreaberta da entrada do Castelo de Monforte de Rio Livre, em Águas Frias (Chaves) – Portugal, deixando ver o belo e produtivo planalto da serra do Brunheiro.

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Como objeto de curiosidade, vou continuar a apresentar alguns vocábulos relacionados com castelos.

NOTA: Neste “post” apresentarei somente os vocábulos que são iniciados por M, N, O e P (depois de já ter apresentado, os começados por A até L. Continuarei, quando publicar mais fotos deste magnífico Castelo).

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🏰

Merlão

Parte saliente de um parapeito que separa duas ameias. Em muitos casos, os merlões estavam guarnecidos de seteiras.

Moçárabes

Denominação pela qual são conhecidas as populações Romano-Góticas que mantiveram os seus usos, costumes e crenças espirituais, apesar de se encontrarem sob o domínio Árabe (do século VIII ao XI).

Não existem dados muito concretos sobre o número aproximado de Moçárabes, as suas áreas de fixação ou até a sua estrutura institucional, política e religiosa. No entanto, poderemos afirmar que, devido à perseguição Árabe, se fechavam em zonas onde procuravam manter e salvaguardar alguns dialetos Românicos e os ritos religiosos de origem Visigoda (rito Moçárabe) e cultivavam uma arte moçárabe, predominantemente arquitetónica, onde à simplicidade Visigótica se associavam pequenas influências muçulmanas.

Em caso de ameaça crescente, migravam para outras zonas mais seguras, provocando oscilações constantes na fronteira moçárabe-muçulmana na Península Ibérica.

 

N

Neurobalística

Tecnologia de lançamento de projéteis com flexão ou torção, como setas.

 

O

Omíada

Dinastia Árabe com sede em Córdoba que governou o Al-Andalus entre 756 e 1031.

 

P

Pirobalística

Tecnologia de lançamento de projéteis com pólvora, como tiros de canhão.

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13
Dez20

A Lenda dos Cogumelos - Águas Frias (Chaves) - Portugal

Mário Silva

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Cogumelos vistosos e com aspeto gelatinoso, observados num bosque em Águas Frias (Chaves) – Portugal. Alguns são tão belos como tóxicos. Outros são divinamente saborosos … Confie nos especialistas.!!!!

Como todas as coisas curiosas têm uma lenda, que os acompanham  … abaixo deixo uma sobre estes curiosos fungos.

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A LENDA DOS COGUMELOS

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Numa tarde cinzenta, de Paris, do início dos anos 1800, um homem perseguido pela temível polícia de Napoleão embarafustou-se nos labirintos de uma caverna da região.

Fechadas as saídas, o pobre fugitivo foi dado como morto após alguns dias, e os soldados levantaram o cerco.

Mas eis que o personagem emerge, salvo e, principalmente, são.

O milagre foi creditado aos cogumelos, que cresciam aos milhares na humidade escura do subsolo e forneceram nutrientes – proteínas e vitaminas B, C, K – para que o cidadão pudesse viver as alegrias de uma França arruinada pela Revolução.

Verdade ou não, o episódio é uma forma de ilustrar como os cogumelos, além de nutritivos na estrutura e graciosos na forma, tomaram o imaginário da história, dando um paladar especial a tradições seculares.

Entre os orientais, especialmente chineses e coreanos, é símbolo de longevidade. Entre os nobres medievais, ter um cogumelo em seu brasão sugeria a virilidade dos homens de suas linhagens.

Mas há o lado lisérgico dos cogumelos, alguns deles ligados a temas supostamente infantis. O chá de um deles teria inspirado o matemático inglês Lewis Caroll na conceção do roteiro psicadélico de “Alice no País das Maravilhas”. Personagens como “Super Mario” vive às voltas com uma série de cogumelos. Os “Smurfs” moravam em cogumelos. E Tintin foi atacado por cogumelos explosivos na “A estrela misteriosa”.

A relação dos cogumelos com os gourmets é milenar.

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08
Dez20

IMACULADA CONCEIÇÃO - Águas Frias (Chaves) - Portugal

Mário Silva

 

IMACULADA CONCEIÇÃO

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A solenidade da Imaculada Conceição, que a Igreja Católica assinala anualmente a 8 de dezembro, é feriado nacional em Portugal, um reconhecimento à importância desta data na espiritualidade e identidade do país.

O dogma da Imaculada Conceição de Maria foi proclamado a 8 de dezembro de 1854, através da bula ‘Ineffabilis Deus’, a qual declara a santidade da Virgem Santa Maria desde o primeiro momento da sua existência, sendo preservada do pecado original.

A ligação entre Portugal e a Imaculada Conceição ganhara destaque em 1385, quando as tropas comandadas por D. Nuno Alvares Pereira derrotaram o exército castelhano e os seus aliados, na batalha de Aljubarrota.

Em honra a esta vitória, o Santo Condestável fundou a igreja de Nossa Senhora do Castelo, em Vila Viçosa, e fez consagrar aquele templo a Nossa Senhora da Conceição.

A antiga igreja de Nossa Senhora do Castelo, espaço onde se ergue atualmente o santuário nacional, afirmou-se nos finais do século XIV como o primeiro sinal desta devoção, em toda a Península Ibérica.

Um segundo passo deu-se durante o movimento de restauração da independência que acabou com o domínio castelhano em Portugal e que culminou com a coroação de D. João IV como rei de Portugal, a 15 de dezembro de 1640, no Terreiro do Paço, em Lisboa.

O mesmo D. João IV, atento a uma religiosidade que também já envolvera a construção de monumentos como o Mosteiro da Batalha, o Convento do Carmo e o Mosteiro da Conceição, coroou a Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha e Padroeira de Portugal durante as cortes de 1646.

A Universidade de Coimbra tem um papel importante em todo este processo, já que todos os seus intelectuais defenderam o dogma sob forma de juramento solene.

Após a proclamação dogmática surgiu em Portugal um movimento no sentido de erguer um monumento nacional que assinalasse a definição de Pio IX.

Em 1869 concluiu-se esse primeiro monumento, no Sameiro, seguindo-se-lhe a construção dum santuário dedicado à Imaculada Conceição de Maria, cuja imagem foi coroada solenemente em 1904.

In: https://agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-sociedade-imaculada-conceicao-um-feriado-com-historia-portuguesa/

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01
Dez20

Restauração da Independência

Mário Silva

 

Restauração da Independência

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DSC01840_Independência_ms

 

Em 1580, o reino de Portugal passou a estar unido ao reino de Espanha por união dinástica. Filipe I (Filipe II de Espanha) jurou, nas Cortes de Tomar (1581), respeitar as leis e os costumes de Portugal, entre os quais a manutenção da língua portuguesa como única língua oficial. Inicialmente, esta união era desejada pela nobreza e pela burguesia que assim tinham ao seu alcance o alargamento do protagonismo político e comercial, uma vez que a Espanha era na altura um dos reinos mais poderosos e influentes da Europa.

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Este otimismo foi defraudado no reinado de Filipe III (Filipe IV de Espanha). Este monarca, mais arrogante em relação aos direitos dos portugueses, optou por não respeitar o juramento das Cortes de Tomar e unificou institucionalmente as duas coroas.

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Simultaneamente, verificou-se um certo descontentamento por parte de alguns nobres que por razões de distância se viram afastados da Corte, situada em Madrid. Por seu turno, a burguesia viu-se afastada dos negócios ultramarinos da Espanha e assistiu à progressiva perda das possessões portuguesas no ultramar: holandeses e ingleses atacavam as colónias portuguesas, sem que Madrid tomasse alguma iniciativa para as defender.

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A este clima de insatisfação veio juntar-se o descontentamento do povo, que, nas "Alterações de Évora e do Algarve", em 1637, se manifestou contra a fome e a subida do preço do trigo.

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Porém, o povo não participou no golpe palaciano que, a 1 de dezembro de 1640, restituiu o governo à Casa de Bragança. A Restauração ficava a dever-se a um grupo de nobres e de letrados, e nem mesmo o oitavo duque de Bragança teria participado.

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Influenciado por Richelieu, que lhe havia prometido apoio militar caso ele se revoltasse contra a Espanha, o oitavo duque de Bragança acabou por acudir aos desejos dos organizadores do golpe de 1 de dezembro e foi coroado a 15 de dezembro de 1640.

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D. João IV, no sentido de consolidar a Restauração, desenvolveu a diplomacia e organizou o exército, enviando diplomatas às principais cortes europeias com o objetivo de conseguir o reconhecimento da independência e de obter apoios financeiros e militares.

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Surgiu uma vasta bibliografia político-jurídica no sentido de justificar a Restauração: Manifesto do Reyno de Portugal de António Pais Viegas (1641), A Arte de Reynar (Bruxelas, 1642), A Justa Aclamação de Velasco de Gouveia (Lisboa, 1642), Usurpação, Retenção e Restauração de Portugal de João Pinto Ribeiro (Lisboa, 1642), Lusitania liberata ab injusto Castelhanorum dominio restituta de António de Sousa de Macedo (Londres, 1642).

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Foi necessário justificar que D. João IV não era um rebelde, mas sim o legítimo herdeiro do trono, que havia sido usurpado por Filipe II de Espanha. D. João IV assume-se como o herdeiro de Catarina de Bragança, candidata ao trono e afastada por Filipe II em 1580.

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Das Cortes de 1641, saiu também uma nova doutrina que defendia que o poder provinha de Deus através do povo, que, por sua vez, o transferia para o rei. Em caso de usurpação ou tirania, o povo tinha o poder de destituir o rei, precisamente o que aconteceu com Filipe IV.

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Os primeiros embaixadores a serem enviados foram Francisco de Melo e António Coelho de Carvalho. Em janeiro de 1641 partiram para a França de Luís XIII, reino que estava em guerra com a Espanha e que havia estimulado a independência portuguesa como forma de enfraquecer o seu inimigo. Outros se seguiram para outras cortes: Antão Vaz de Almada (Inglaterra), Tristão de Mendonça Furtado (Holanda), D. Miguel de Portugal (Roma), Francisco de Sousa Coutinho (Dinamarca e Suécia) e Jorge de Melo (Catalunha).

 

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Numa primeira fase, os confrontos militares não tiveram grande significado. A Espanha estava envolvida na Guerra dos 30 Anos e na revolta da Catalunha, pelo que não pôde dar uma resposta eficaz à revolta portuguesa. Os exércitos utilizados na guerra contra Portugal eram de qualidade inferior, o que permitiu a Portugal organizar e aperfeiçoar o seu exército com a chegada de novos efetivos e a utilização de oficiais e técnicos estrangeiros de qualidade.

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A primeira investida séria espanhola deu-se, já no reinado de D. Afonso VI, em 1663, e teve como consequência as conquistas de Évora e de Alcácer do Sal. Contudo, nesse mesmo ano, os espanhóis foram derrotados na Batalha do Ameixial. Em 1664, os portugueses voltam a vencer na Batalha de Castelo Rodrigo e, em 1665, na Batalha de Montes Claros.

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A guerra durou quase três décadas e terminou, já com D. Pedro II, através da assinatura de um tratado de paz, em 1668, no qual a Espanha reconheceu a independência de Portugal.

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In: https://www.infopedia.pt/$restauracao?uri=lingua-portuguesa/restaura%C3%A7%C3%A3o

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27
Nov20

Qualquer caminho leva a toda a parte

Mário Silva

 

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Caminho rural, na aldeia flaviense de Águas Frias – Portugal.

Todos os caminhos nos levam a todo o lado ou a lado nenhum.

O problema não está no “caminho”, mas em nós … para onde queremos ir? Para todo e qualquer lado ou, … para lugar nenhum?

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Qualquer caminho

leva a toda a parte

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Qualquer caminho leva a toda a parte.

Qualquer ponto é o centro do infinito.

E por isso, qualquer que seja a arte

De ir ou ficar, do nosso corpo ou espírito,

Tudo é estático e morto. Só a ilusão

Tem passado e futuro, e nela erramos.

Não há estrada senão na sensação

É só através de nós que caminhamos.

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Tenhamos pra nós mesmos a verdade

De aceitar a ilusão como real

Sem dar crédito à sua realidade.

E, eternos viajantes, sem ideal

Salvo nunca parar, dentro de nós,

Consigamos a viagem sempre nada

Outros eternamente, e sempre sós;

Nossa própria viagem é viajante e estrada.

.

Que importa que a verdade da nossa alma

Seja ainda mentira, e nada seja

A sensação, e essa certeza calma

De nada haver, em nós ou fora, seja

Inutilmente a nossa consciência?

Faça-se a absurda viagem sem razão.

Porque a única verdade é a consciência

E a consciência é ainda uma ilusão.

.

E se há nisto um segredo e uma verdade

Os deuses ou destinos que a demonstrem

Do outro lado da realidade,

Ou nunca a mostrem, se nada há que mostrem.

O caminho é de âmbito maior

Que a aparência visível do que está fora,

Excede de todos nós o exterior

Não para como as coisas, nem tem hora.

 

Ciência? Consciência? Pó que a estrada deixa

E é a própria estrada, sem a estrada ser.

É absurda a oração, absurda a queixa.

Resignar(-se) é tão falso como ter.

Coexistir? Com quem, se estamos sós?

Quem sabe? Sabe [...] que são?

Quantos cabemos dentro em nós?

Ir é ser. Não parar é ter razão

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Fernando Pessoa

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